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Ninguém quer ficar perto de alguém que parece manter uma lista detalhada de todos os seus erros para jogar em sua cara em hora oportuna.

Achamos que se apontarmos para o parceiro seus erros passados, estaremos prevenindo-os de serem repetidos. Na verdade, o que mais conseguimos é irritar o parceiro, que se acha sempre no banco do réu, sendo interrogado e acusado de algo que não pratica mais.

Se o parceiro está errando atualmente, lide com isso. Mas se realmente já mudou, deixe o passado em um arquivo morto, para ser ressuscitado apenas por forte motivo no presente.

Talvez a distância entre vocês seja causada por você cumprir esse papel de acusador(a).

 

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