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Educação: O deus de muitos pais


  • Educação: O deus de muitos pais

    Antes que os atiradores de pedra comecem a mirar na minha cabeça, que fique claro: Eu sou todo a favor da educação. Eu penso que qualquer atividade que estimula positivamente o seu cérebro não é somente bom pra você mas necessário. Eu acredito também que ir à escola ou universidade nem sempre é sinônimo de educação, embora eu quisesse que fosse. E a culpa disso eu coloco no sistema educacional, nos pais, e nos alunos – não necessariamente nessa ordem. Mas isso é outro assunto e vai ter que ficar pra outro dia.

    Deixando claro que eu não sou contra a educação, deixe-me dizer isso: Hoje em dia muitos pais adoram no altar da educação. Livros escolares são a Bíblia de seus filhos. Mensalidades escolares são seus dízimos. E seus próprios filhos são suas ofertas de sacrifício a um deus (a educação) que não pode livrá-los

    Suas orações? “Que o meu filho tenha boas notas para que ele possa ser alguém na vida e ter dinheiro.”

    E pra conseguir a resposta à essa oração, estão dispostos a qualquer coisa. Mesmo, QUALQUER COISA. Eles são flexíveis com qualquer outra coisa, mas não comprometem a educação de seus filhos.

    “Minha filha de 14 anos deu pra começar a namorar rapazes que eu nem conheço. Bem, o que eu posso fazer, você sabe como são os adolescentes, você não pode prendê-los em casa”. Muitos pais aceitam esse comportamento de suas filhas, contanto que ela seja ‘responsável’ com suas tarefas de escola.

    “Nosso filho acha ir à igreja chato, mas é todo animado com vídeo games. Ele é menino, você sabe, nós não podemos arrastá-lo pra igreja.” Eu me pergunto o que esses pais fariam se seu filho ficasse em casa jogando vídeo game em vez de ir pra escola.

    “Minha filha me desrespeita, não me ajuda em casa, e deu pra sair e beber com as amigas até tarde da noite nos finais de semana. Eu tenho me feito de cega, contanto que isso não esteja afetando suas notas.” Em outras palavras, “Eu vou aceitar abuso, vou sustentar uma preguiçosa ingrata, vou esperar até tarde da noite morrendo de preocupação até você chegar em casa bêbada – MAS NÃO COMECE A IR MAL NA ESCOLA!”

    Quando foi que educação tomou o lugar dos antigos bons modos, valores morais, e fé? Quando ela se tornou substituta e até mais importante que eles?

    Minha mãe se culpava por não ter tido condições de me colocar em uma escola particular. Mas ela fez um melhor trabalho de implantar certos valores em mim do que qualquer professor de Harvard jamais poderia. Para sua consternação naquele tempo, eu larguei a escola antes de entrar no meu último ano do colégio para me entregar ao ministério em tempo integral. Isso foi há 20 anos atrás. Ela lançou a base para uma vida de sucesso. Minha fé em Deus fez o resto.

    E até hoje, tem dado tudo certo comigo.

    Eu fui inspirado por essa frase de Jordan Grooms que li um dia desses: “Se Deus lhe chamar para ser missionário, não se rebaixe pra ser rei.” (Essa vai para os que optaram por fazer a Obra de Deus, colocando-a acima de uma universidade.)

    Mas acho que foi Jó que acertou em cheio quando disse:

    De onde vem, então, a sabedoria? Em que lugar está a inteligência? Nenhum ser vivo pode vê-la, nem mesmo as aves que voam no céu. Até a Destruição e a Morte dizem: “Nós apenas ouvimos falar dela.” Só Deus conhece o caminho; só Ele sabe onde está a sabedoria porque a sua vista alcança os lugares mais distantes do mundo; Ele vê tudo o que acontece aqui na terra. Quando Deus regulou a força dos ventos e marcou o tamanho do mar; quando decidiu onde a chuva devia cair e por onde a tempestade devia passar; foi então que Ele viu a sabedoria, e a examinou, e aprovou. E ele disse aos seres humanos: “Para ser sábio, é preciso temer ao Senhor; para ter compreensão, é necessário afastar-se do mal”.

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