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Me lembrei de quando decidi tirar o meu piercing. Fiquei por dois anos tentando convencer minha mãe a colocá-lo, ele representava a minha “identidade”… Graças a Deus o meu medo de agulhas me impediu de ser uma peneira ambulante…
Quando decidi entregar minha vida ao Senhor Jesus, não entendia muito bem essa questão. Somente em uma reunião do Godllywood (na festa dos tabernáculos em 2014) a Cris falou sobre o povo hebreu no deserto, que eles olhavam para trás, sentindo falta do Egito. Percebi que aquele objeto tão inofensivo em mim, estava presente em todos os momentos que me afastavam de Deus quando estava no mundo, ele de certa forma era uma ponte, um resquício de quem eu havia sido no passado. Me livrei dele no dia seguinte! Hoje não sinto falta dele, pelo contrário, me vejo bem mais bonita, feminina e delicada sem ele, não denigro o templo do Espírito Santo. Não olho mais para trás, para o Egito, mas sim para a Terra Prometida a minha frente 🙂

Maria Caroline

 

Colaborou: Cristiane Cardoso

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