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Uma das coisas mais tristes quando um casamento chega ao fim é que o casal só reconhece o valor do que tinha quando já é tarde demais. Depois que assinam o divórcio, dividem os bens, a mobília, a guarda das crianças, os animais de estimação, e vão morar em casas separadas é que cai a ficha sobre o quanto deixaram para trás quando desistiram do casamento. E o sentimento é inevitável: “Poderíamos ter tentado um pouco mais.”

É claro, nem todo divórcio termina assim, e alguns são verdadeiros livramentos. Mas a grande maioria dos chamados “casamentos que não têm mais jeito” é possível restaurar.

Mas para realizar o que nunca conseguiu é preciso tentar o que nunca tentou. E pode começar com um dos parceiros — normalmente o mais forte.

 

 

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