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Ana foi uma vítima de bullying. Ela foi acusada de ser menos do que uma mulher de verdade porque não poderia ter filhos. Ela também foi vítima da cultura do seu tempo, que permitia que os homens tivessem mais de uma esposa – apesar de Deus ter sempre mostrado desde o tempo de Adão e Eva que o casamento foi feito para ser entre um homem e uma mulher apenas. Sua bully era a outra esposa do seu marido, que tinha muitos filhos com o marido delas. Essa outra esposa humilhava Ana privadamente e em público, ao ponto de fazer com que ela se derramasse em lágrimas.
Ana reagiu ao bullying com a fé e não com a carne. Ela escolheu argumentar com Deus, e sua fé a levou a seguir os seguintes passos:
1. Ao invés de aceitar a mentira, ela escolheu acreditar que não era a vontade de Deus que ela sofresse essa humilhação. Muitas mulheres pensam que estão sofrendo porque Deus as está punindo, ou porque Ele não quer mudar suas vidas. Elas não percebem que estão aceitando mentiras, e não lutando pela verdade.

2. Porque ela escolheu acreditar que Deus queria que sua vida fosse melhor, ela escolheu focar nEle, e não na sua bully. Uma mulher forte ignora as ameaças de pessoas fracas. Todo agressor gosta de parecer forte, quando, na verdade, é fraco. Agressores não são nada comparados a Deus e nada comparados a uma mulher determinada a usar a sua fé. Mulheres fortes não se intimidam; elas lutam em espírito, não fisicamente.

3. Seu foco era tão específico e intenso que ela nem contou ao seu marido, nem ao sacerdote, e muito menos à sua rival, sobre a fé que tinha para um milagre. Mulheres fracas seguem seus impulsos emocionais e contam para todos sobre suas opiniões e pensamentos, e frequentemente se tornam alvo de fofoca e mais humilhações. Mulheres fortes sabem quando guardar o tesouro da sua fé em segredo, entre ela e Deus. Elas sabem que com o tempo, o fruto da sua fé será evidente, e elas estão dispostas a esperar.

4. Ela clamou a Deus por socorro com todo o seu coração, alma, mente e força. Ela não estava com medo do que os outros iriam pensar; ela queria se conectar com Deus. Apesar de muitas mulheres irem à igreja, as mulheres fracas se preocupam em parecer espirituais, mas as mulheres fortes se preocupam com sua sinceridade. Às vezes, usar a fé faz você parecer uma louca, mas se você se importa mais sobre como Deus a vê, Ele cuidará da forma como as pessoas a veem. Uma mulher forte é faminta por Deus e não deixará nada a impeça de encontrá-Lo.

5. Ela estava preparada para sacrificar. Seu desejo de ser abençoada não era apenas para si própria. Ela queria que Deus fosse honrado através do milagre de um bebê. E ela estava determinada a devolver para Deus o tesouro precioso que desejava, para que todos pudessem ver a glória de Deus em sua vida. Mulheres fracas oram por respostas para suas orações com motivações egoístas. Elas oram por suas bênçãos e então suas bênçãos se tornam seus ídolos – elas amam as bênçãos mais do que amam a Deus. O coração de uma mulher forte está estabelecido em honrar a Deus primeiro, sabendo que seu Pai manterá Suas promessas de lhe dar vida abundante. Esse é o tipo de disciplina mais difícil: controlar nossos desejos egoístas e colocar Deus em primeiro lugar em tudo, mesmo ao ponto de sacrificar.

6. Ela manteve sua palavra e seu voto com Deus. Quando Samuel tinha três ou quatro anos de idade, ela o levou ao tabernáculo para ser adotado pelo sacerdote e crescer na Presença de Deus. Ela nunca iria viver com o bebê novamente – mas ela acreditava que o Próprio Deus, aquele que habita no Santo dos Santos, abençoaria e protegeria Samuel muito melhor do que ela. Ela nunca deixou de amar Samuel, e trazia, todos os anos, novas roupas que ela mesma havia costurado, mas ela o entregou nas mãos de Deus. Mulheres fortes sabem como manter seus votos, como deixar para trás, e permitir que Deus faça o que elas não podem fazer por si mesmas.

Qual foi o resultado da força da fé de Ana? Ela foi abençoada com mais cinco filhos que ela pode amar e manter! Samuel, o bebê sacrificado, cresceu para ser o grande e último juiz de Israel, e também o grande profeta de Deus que ungiu o Rei Saul e o Rei Davi. Deus cuidou da sua bully sem que ela precisasse discutir ou prestar qualquer atenção nela. Ela foi, de longe, muito mais honrada do que sua rival, e sua fé abençoou todo o mundo, até mesmo hoje.

Venha aprender a ter essa força nesta quinta-feira, dia 16 de fevereiro às 10, 15 ou 20h, no Templo de Salomão. Será o Dia da Mulher V na Terapia do Amor. Traga todas as mulheres que puder, pois quanto mais a mulher for forte, mais a família será forte e consequentemente a nossa sociedade! Para outras localidades desse evento, acesse: terapiadoamor.tv

Colaborou: Evelyn Higginbotham

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