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Em meio a tantos acontecimentos políticos no Brasil, não é difícil imaginar que muitas questões importantes, estejam fora do conhecimento dos brasileiros. Um exemplo disso, é a posição desfavorável que a nossa nação tem assumido face à Israel.

Nosso país que outrora teve uma postura justa com relação a causa judaica, inclusive contribuindo para a  formação do Estado Judeu, por meio do brasileiro Oswaldo Aranha, agora distancia-se cada vez mais devido à votações contrárias à Israel (para saber mais, basta fazer uma busca na internet sobre o tema).

Muitos desdobramentos podem vir por meio deste posicionamento político, inclusive consequências espirituais, pois aqueles que conhecem as Escrituras sabem como Deus se posiciona em relação ao anti-semitismo – ideologia de hostilidade e ódio contra os judeus. O SENHOR prometeu derramar suas bênçãos sobre aqueles que abençoarem o povo judeu; mas asseverou recair maldições sobre quem se levantar contra Israel.

Este princípio Divino começou com Abraão, porque a ele foram feitas várias promessas. O Altíssimo garantiu ao patriarca formar por intermédio de sua posteridade uma nação, dando-lhe território exclusivo e proteção para sempre. Além de bênçãos terrenas, foi dado a Abraão o maior favor Divino, ou seja, da sua descendência, nasceu o Messias e Libertador de todos os homens: o Senhor Jesus. Vemos então que, por meio da aliança abraâmica, fundamentou-se o maior plano de Salvação para a humanidade.

“E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.” Gn 12.3

Como ir contra ou amaldiçoar aqueles a quem o Todo-Poderoso abençoou?

Os amigos ou inimigos de Israel são considerados, consequentemente, amigos ou inimigos do Próprio Deus. Por isso, é inegável que a nação judaica ocupe uma  posição singular no contexto mundial, fato esse validado por diversas profecias.

Um exemplo claro aconteceu no passado com o Egito. Por meio de José, Deus abençoou os egípicios, enquanto eles se mantinham amistosos aos hebreus. Mas a mesma nação foi nocauteada por Deus, quando decidiu oprimir e escravizar o povo escolhido.

Dessa forma, tomar a rota de oposição à Israel, como o Brasil tem feito repetidamente em votações internacionais, como na ONU e UNESCO, negando inclusive a ligação dos judeus ao Monte do Templo é insensatez. No mês de maio, por exemplo, o nosso país chegou a se juntar a sistemas ditatoriais como o de Cuba e da Venezuela, na Assembleia Mundial de Saúde em Genebra, Suíça, para acusar a nação de violar os direitos de acesso à saúde aos sírios que ocupam o Golan.

Fato inverídico, pois até a imprensa brasileira noticiou que, hospitais israelenses haviam oferecido tratamentos para sírios feridos de guerra que haviam conseguido fugir de suas terras atacadas.

Para finalizar, além de crer firmemente na Palavra infalível de Deus, sabemos que essas resoluções não refletem a opinião dos brasileiros que conhecidamente respeitam e admiram Israel de longa data. É covardia ignorar que os israelenses enfrentam uma luta árdua contra inimigos poderosos. Tal discernimento deve levar no mínimo, os chefes da diplomacia brasileira a defender o entendimento entre ambas as partes em conflito, e não, assumir posturas tão desequilibradas e injustas.

Nos vemos na próxima semana!! 🙂

Colaborou: Núbia Siqueira

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