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Noé_cartaz_naoTraída por um trailer. Foi assim que me senti durante a exibição de “Noé”, do cineasta Darren Aronofsky. Quando vi o trailer, fiquei maravilhada. Os efeitos especiais, o clima da época, a cena em que o líder dos inimigos diz a Noé: ” Tenho soldados à minha disposição e você sozinho me desafia?” Então, Noé, confiante e tranquilo, responde: “Eu não estou sozinho.” –  Uau! Há muito tempo esperava uma superprodução das histórias maravilhosas do Antigo Testamento. Com os recursos que temos atualmente, daria para fazer cenas grandiosas. Mas…era tudo falso, meus amigos. Cada cena daquele trailer foi cuidadosamente montada para enganar a mim e a você.

Não é nem questão de o filme não ser fiel à Bíblia apenas. É muito pior do que isso. Ele simplesmente conta outra história. Se fosse considerar esse filme realmente como uma interpretação do texto de Noé, eu diria que é uma versão satanista. E olha que não sou adepta de teorias conspiratórias, e não saio por aí chamando qualquer coisa de satanista.

Segundo o filme, quando o Criador expulsou o homem do Paraíso, após Adão e Eva terem desobedecido, um grupo de anjos, que sabia que havia algo de bom no homem (afinal de contas, era a imagem do Criador), ficou com pena da humanidade e resolveu descer para ajudar. O Criador, intolerante, entendeu como traição e puniu aqueles anjos, condenando-os a morarem na Terra, amaldiçoados.

Eles eram luz, mas a partir deste momento, se tornaram gigantes de pedra, fisicamente deformados e tortos (algo como um cruzamento dos Ents, do Senhor dos Anéis, com o monstro de pedra, de História sem Fim e algum parentesco com um monstro de lava – todos em grave estado de desnutrição e com problemas sérios de coluna), mas ainda gente boa. Ensinaram ao homem tudo o que sabiam a respeito da Terra, porque eram bonzinhos e queriam ajudar. Se tornaram os Guardiões e acolheram os filhos de Caim.  Só que foram traídos e desprezados pelos homens, que desvirtuaram o que aprenderam.

Siiim, meus amigos, os demônios, segundo esse filme, são apenas seres bem intencionados que queriam ajudar… Na verdade, em todo o filme, os únicos personagens que despertam alguma empatia no público são esses anjos caídos. Estranho, não? A gente chega a sentir pena deles, pois parecem injustiçados. São bons e simpáticos. Você percebe neles respeito por Deus (!!) e os homens os chamam de “servos do Criador”. Essa perspectiva e a distorção do caráter de Deus, do porquê ele escolheu Noé e a distorção do caráter dos próprios demônios (que, na verdade, caíram porque foram egoístas e orgulhosos, nunca tentaram ajudar ninguém), faz com que eu desconfie seriamente que o filme foi inspirado por um demônio que queria se autopromover.

Como não se trata do Noé que a gente conhece, vou chamá-lo de “Nãoé”. 🙂 No início do filme, os filhos de Caim matam o pai do pequeno Nãoé e roubam uma pele de cobra que ele usava para fazer um ritual de “transferência do direito de primogenitura”, algo como tornar-se protetor do meio-ambiente. Os filhos de Caim são malvados porque exploraram os recursos naturais até que a terra se tornasse árida, comem carne, vivem como seres bestiais famintos (isso eu não entendi. O lugar não tem vegetais e os carnívoros é que passam fome?) e não têm educação.

Um dia, Nãoé sonha com gente morta debaixo dágua e entende que o Criador destruirá o mundo. Sabe que tem que fazer alguma coisa, mas não sabe o quê. Como viu também no sonho a montanha em que mora (sozinho) o avô Metusalém, segue para lá com a família. No caminho, encontra um vilarejo destruído e uma menina ferida, Illa, quase da idade de seu filho Sem (todos os filhos de Nãoé são pequenos). Adota a menina. Na estrada, também encontram os demônios gigantes de pedra com problemas de coluna. Desconfiadas, as criaturas não aceitam ajudar a família e deixam todos em uma vala. No entanto, um gigante com cara de dó volta durante a madrugada para ajudá-los a escapar e segue com eles até a montanha.

Vovô Metusalém é uma espécie de bruxo ou xamã. Dá um chazinho alucinógeno para Nãoé, que vê a arca. (Não é Deus que fala com Noé, é o alucinógeno de Metusalém.) Ele também dá uma semente mágica do Éden a Nãoé, que a planta na terra seca. Essa semente é tipo um feijão mágico vitaminado. Quando os outros demônios vêm levar o demônio traidor, entendem que Nãoé realmente falou com o Criador e resolvem ajudar. Uma floresta cresce em cinco minutos (super feijão mágico) e Nãoé vê ali a madeira para a sua arca. Mãos à obra! A família começa o trabalho, mas quem realmente faz a arca é o diabo e os demônios! Em dez anos, concluem o trabalho. (Na Bíblia levou cem anos, mas no filme, com a ajuda dos demônios, apenas dez.)

Nãoé se convence de que nenhum humano merece viver, nem mesmo sua família. Começa a se tornar egoísta e fanático. Se despersonaliza e agora acredita que a missão deles é salvar os animais, que são inocentes, e manter a Terra limpa dos humanos. Humanos, a sujeira do universo. Ele não é escolhido pelo criador por ser bom, mas por ser obsessivo o suficiente para completar a tarefa. Enquanto no original:

“Disse o SENHOR a Noé: Entra na arca, tu e toda a tua casa, porque reconheço que tens sido justo diante de Mim no meio desta geração.” (Gênesis 7.1)

O filme tenta distorcer a noção de “justo” e “justiça”, usando essas palavras fora de contexto diversas vezes, para tentar transformar Noé e Deus em algo que eles nunca foram. Imagino que possa causar confusão na mente de pessoas que não têm muita noção de quem Deus é e se sentem perdidas em um mundo com tanta maldade e injustiça. Sutilmente elas serão levadas a uma interpretação distorcida da mensagem original.

Arca pronta, os animais começam a entrar e são colocados para dormir com uma fumaça-sonífero. Aí, vamos ao anticlímax total: lembra daquela cena do Trailer? Aquela que eu achei superforte, em que o líder dos inimigos diz a Noé: “Tenho soldados à minha disposição e você sozinho me desafia?” Então, Noé, confiante e tranquilo, responde: “Eu não estou sozinho”.

Pois é…no trailer parecia que ele estava falando de Deus. No filme, quando ele diz isso…adivinha? Se levantam atrás dele todos aqueles demônios de pedra. Só pode ter sido de propósito. Quem quer que tenha montado aquele trailer estava realmente a fim de fazer uma piadinha de mau gosto.

Nem a narrativa presta. O filme tem muitas cenas inúteis e sem noção. Por exemplo, em um momento que deveria ser tenso, quando Cam foge para procurar uma esposa justo na hora de fechar a arca, Illa (namorada/esposa/irmã adotiva de Sem) sai atrás de Cam e encontra o vovô Metusalém na floresta. Ele dá um passe que a deixa com dor de barriga e meio ninfomaníaca. O mundo está acabando, mas Ila ataca Sem no meio do caminho, totalmente sem noção do momento ideal (e do local apropriado) para se fazer as coisas (sério, ela começa a beijar ele e você entende que vão tirar a roupa ali mesmo…).

O diabo (líder dos demônios) morre defendendo a arca, pede ao Criador que o perdoe, vira novamente um anjo luminoso e vai para o céu (momento piada que me fez rir), enquanto o outro (que tem cara de coitadinho) diz, com voz abobalhada: “o Criador levou ele para casa!” Então…todos eles querem defender a arca para serem levados de volta para o céu…e, de fato, são. Quer dizer, o diabo é bom, Deus não está nem aí para ninguém (além de ser psicopata, está muito, muito longe. Não dá para contar com Ele) e o homem é que é ruim. No filme, não tem como se livrar do mal, pois ele está dentro do ser humano. A saída? Não dá para entender racionalmente, não. Tem a ver com amor-sentimento e se deixar levar pelo coração. Bela pregação do inferno e completamente contrário ao que a gente acredita.

Dentro da arca, a família infeliz ouve os gritos das pessoas lá fora e insiste com Nãoé para resgatá-las, pois são pobres pessoas inocentes e famintas (manipulação emocional descarada).

“Viu o SENHOR que a maldade do homem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração” (Gênesis 6.5) Ou seja, não eram homens famintos buscando comida. Não eram pessoas inocentes, coitadinhas, ignorantes cujo maior erro era comer animais. Não eram pobres criaturas injustiçadas. Era continuamente mau todo desígnio do seu coração. Todo desígnio do coração. De todo mundo, exceto Noé. Como eles iam se arrepender? Como poderiam mudar se não conseguiam enxergar seu erro? E, versículos 7 a 9:

“Então, se arrependeu o SENHOR de ter feito o homem na terra, e isso Lhe pesou no coração. Disse o SENHOR: Farei desaparecer da face da terra o homem que criei, o homem e o animal, os répteis e as aves dos céus; porque me arrependo de os haver feito. Porém Noé achou graça diante do SENHOR. Eis a história de Noé. Noé era homem justo e íntegro entre os seus contemporâneos; Noé andava com Deus.”

A ideia não era extinguir o homem, mas começar de novo. Deus escolheu Noé porque ele era diferente do restante da humanidade. E decidiu destruir o resto porque, entenda: pessoas vivendo na maldade e na injustiça já estavam mortas diante dEle. Apenas oficializaria sua condição.

Algum tempo depois, Ila descobre que está grávida ao cuspir em uma folhinha mágica…tipo um teste de farmácia pré-diluviano…hahaha… O problema é que Nãoé está convencido de que o criador quer exterminar sua família (Nãoé não leu a Bíblia). A notícia estraga o plano perfeito para a extinção da humanidade. Ele fica revoltado e tem mais um surto psicótico. Acredita que o Criador quer que ele mate o bebê, se for menina, para evitar que faça mais homenzinhos.

Obviamente, como o leitor já adivinhou, vai ser menina. Mas a partir daí o filme vira um dramalhão mexicano, com tentativas de manipulação emocional e tom sombrio, com Nãoé piradão andando pela arca com cara de psicopata e sua esposa magoada e histérica. Não há fé ou demonstrações de grandeza interior. E o Deus do filme é totalmente ausente, omisso, intolerante e cruel. Mais ou menos o que pensam dEle os que interpretam a Bíblia de modo raso e infantil.

Resumindo, Illa entra em trabalho de parto e tem gêmeas. Na hora em que vai esfaquear a cabeça das criancinhas, Nãoé sente amor no coração e o amor vence o ódio. O ódio, no caso, era a ordem do “criador”. Quando resolve desobedecer, Nãoé consegue ser sensato. (oi?)

Mesmo com o conflito resolvido, ao sair da arca, ninguém mais é feliz, nem inocente. Todo mundo matou ou pensou em matar. Não fala de aliança entre Deus e a humanidade, a mensagem original não é passada, o sentido original é distorcido. A história linda descrita nos capítulos 6, 7, 8 e 9 de Gênesis foi transformada em uma palhaçada. Gastaram milhões para enganar os espectadores e fazer uma babaquice pior do que Transformers. Mas dá dinheiro, e isso é o que Hollywood quer. Em um mundo onde o ceticismo burro impera e é fora de moda dizer que acredita em Deus, “Noé” consegue a proeza de enganar cristãos e ateus. Os primeiros, vão assistir por achar que é um filme espiritual. Os outros, vão assistir achando que não é espiritual.

O filme termina, sem que você tenha muita ideia de qual foi a intenção. Um sermão ecológico sobre não destruir os recursos naturais e se manter vegano mesmo no deserto? Uma discussão existencialista sobre “o ser humano merece viver?” Um filme de ficção com batalhas sem graça e personagens rasos? Um filme de terror com sangue espirrado, corpos em estado de putrefação e homens bestializados matando e morrendo por fome? Uma novela mexicana?

Um filme sem graça e mal escrito, pesado e arrastado, com personagens rasos e histórias ridículas. Há quebra de ritmo em diversos pontos e o personagem principal fica doido de uma hora para outra. É risível. Meu marido comentou que apenas dois filmes fizeram com que ele tivesse vontade de sair do cinema antes de terminar. Noé e “The Fountain”. Por coincidência, ambos de Darren Aronofsky. Cansativos, pretensiosos, arrastados, emocionalmente carregados e com tendências ecologico-newage-existencialistas.

O “Noé” do filme não tem nada a ver com o personagem original; o Deus do filme não tem nada a ver com o Deus da Bíblia, a história do filme não tem nada a ver com a história da Bíblia. O roteiro é tão ruim que precisou de um trailer-isca para enganar os incautos. Quero ver se pegassem um livro do Tolkien e fizessem uma distorção desse nível. A essa altura você teria uma porção de nerds dilacerando o roteirista e organizando boicotes em massa. Nunca mais o estúdio se atreveria a fazer algo parecido. O pessoal já ficou indignado porque no segundo filme do “Hobbit” acrescentaram uma personagem que não existia no livro! Imagina se alterassem toda a história, personalidade e caráter de absolutamente TODOS os personagens? O trabalho foi malfeito, mesmo. Eu me senti enganada, traída e assaltada.

Para mim, o verdadeiro roteirista desse filme (por trás do ser humano) foi o mesmo espírito que falou com o amigo perturbadinho de Jó…

“Uma palavra se me disse em segredo; e os meus ouvidos perceberam um sussurro dela. Entre pensamentos de visões noturnas, quando profundo sono cai sobre os homens, sobrevieram-me o espanto e o tremor, e todos os meus ossos estremeceram.

Então, um espírito passou por diante de mim; fez-me arrepiar os cabelos do meu corpo; parou ele, mas não lhe discerni a aparência; um vulto estava diante dos meus olhos; houve silêncio, e ouvi uma voz: Seria, porventura, o mortal justo diante de Deus? Seria, acaso, o homem puro diante do seu Criador? Eis que Deus não confia nos seus servos e aos seus anjos atribui imperfeições; quanto mais àqueles que habitam em casas de barro, cujo fundamento está no pó, e são esmagados como a traça! Nascem de manhã e à tarde são destruídos; perecem para sempre, sem que disso se faça caso. Se se lhes corta o fio da vida, morrem e não atingem a sabedoria.” (Jó 4.12-21)

E:

“Que é o homem, para que seja puro? E o que nasce de mulher, para ser justo? Eis que Deus não confia nos seus santos; nem os céus são puros aos Seus olhos, quanto menos o homem, que é abominável e corrupto, que bebe a iniquidade como a água!” (Jó 15.14-16)

Esse é o espírito que ajudou a escrever o roteiro de “Noé”. Não é um raciocínio muito semelhante? A forma de distorcer as coisas, dizendo que o diabo não é mau, Deus é que atribui imperfeição a tudo! E o ser humano é um nada, pó, ridículo e desprezível. Essa é a visão do diabo, não de Deus.

O objetivo de Deus sempre foi conseguir uma forma de redimir a humanidade, a quem Ele ama e sempre amou. O diabo nos despreza e sente profunda inveja porque Deus deu ao homem o privilégio de ser chamado Seu filho e de cuidar de tudo o que Ele fez. Se alguém tivesse clamado, querendo ouvir a Deus, como o chefe malvado fez em certo momento do filme, certamente ele não teria ficado de fora.

“Desviando-se o justo da sua justiça e praticando iniquidade, morrerá nela. E, convertendo-se o perverso da sua perversidade e fazendo juízo e justiça, por isto mesmo viverá.” (Ezequiel 33.18,19)

 

O filme não mostra as falas maravilhosas de Deus, seu amor pela humanidade, sua misericórdia, sua aliança com Noé… além de destruir a imagem de Deus e o que Ele pensa da humanidade, faz parecer que obedecer a Deus é algo ruim, que transforma homens pacatos em psicopatas…

Espero que esse texto ajude a evitar que você gaste seu suado dinheirinho com algo que não vale nem um centavo, principalmente por passar uma mensagem mentirosa. E espero que evite que você gaste duas horas e meia de sua vida com uma bobagem desse nível. O alerta é para que ninguém mais seja enganado como eu fui. Há uma diferença enorme entre um filme que assume que é mera ficção, fantasia, e um filme que finge ser uma coisa no trailer e é outra na exibição.

 

Vanessa Lampert

Para ver as dicas de livros e leitura, Clique aqui.

 

PS: Agora você consegue entender a campanha: “Eu não vou assistir a Noé” que tomou conta do Instagram ontem. É tanta baboseira no filme que nem dá vontade de comentar, só de alertar os amigos para que não percam tempo. Mas como muita gente estava achando que o que tinha de diferente da Bíblia era só uma ou outra adaptação e estava curiosa para assistir, achei que seria importante escrever.

PS2: Quer economizar seu dinheiro e seu tempo, mas ainda quer saber mais detalhes da história? Eu escrevi a sequência completa do filme, para que você conheça a história sem precisar gastar duas horas e meia no cinema. Mas ficaria grande demais para colocar aqui, então vou deixar o link. Clique aqui para ler.

PS3: Quanto aos efeitos especiais, sinceramente, não vi nada que já não tivesse visto em outros filmes. Eu entenderia o argumento de “ver por causa dos efeitos especiais” se estivéssemos falando de Avatar, por exemplo, que cria outro mundo, ou mesmo Senhor dos Anéis. “Noé” peca até nisso. Para quem está habituado a filmes com efeitos especiais, é fraco.

 PS4: Respondendo a alguns comentários: não estou tolhendo o livre-arbítrio de ninguém. Estou alertando aos interessados, como quem alerta sobre um restaurante que serve comida estragada.

 

UPDATE: Não achei que precisaria explicar isso, mas vamos lá: Na Bíblia, os anjos que ficaram no céu são anjos. Os que caíram, são demônios. No filme, os Guardiões são anjos caídos, logo, demônios. O chefe deles chama-se Samyaza, nome identificado com o líder dos demônios no livro apócrifo de Enoque. Então, eu não estou inventando nada quando chamo os gigantes de pedra de demônios. O básico de qualquer adaptação cinematográfica é manter-se fiel ao espírito do original. Isso é teoria do roteiro. Você pode (e deve) adaptar à linguagem do cinema, omitindo algumas coisas e criando outras, para que a história flua bem na tela e seu roteiro seja original, mas sem descaracterizar a história, ou é melhor chamá-la de outra coisa. O que Aronofsky fez em “Noé” não é uma adaptação.

Para quem assistiu a (ou leu) “Senhor dos Anéis”: é como se ele fizesse um filme em que Sauron é bonzinho, os Orcs ajudam os habitantes da Terra Média e o anel deixa as pessoas melhores…e chamasse isso de “Senhor dos Anéis”. E no trailer, desse a entender que seria uma adaptação. Seria visto como um roteirista incompetente e execrado pela opinião pública e crítica especializada. E Hollywood já fez boas adaptações, inclusive bíblicas, mas em um passado muuuito distante. E se você vem com o argumento raso de “ah, mas as minisséries da Record blá blá blá”, favor ler o texto da Janaína Ávila, clicando aqui.

Colaborou: Vanessa Lampert

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  • Rafaela Pereira

    Eu estava louca para assistir esse filme, mas depois de eu ter lido isso eu digo “Eu não vou assistir Noé”!

    Obrigada por nos alertar!

    • bruno

      eu assisti esse filme na estreia todo empolgado achando que o mesmo seria algo maravilhoso e q fosse pelo menos cristão.mais o filme apenas coloca o diabo como o herói do amor e bondade, e Deus se torna o carrasco. haja visto que no filme bíblico como esse não se fala nenhuma vez o nome “Deus”, somente o criador. então eu to doido.perdi 32 reais eu e minha esposa pra assistir uma heresia tamanha como noé .não perca seu tempo em assistir esta mensagem subliminar ao satanismo.tô fora!!!

  • Ana

    Realmente,o trailer parecia que ia ser um filme maravilhoso,logo que saiu meu Filho foi ver,saiu antes da metade e me passou um radio,imediatamente,e me disse nao veja,está tudo deturpado….. Uma Pena perderam uma optima oportunidade…….quem sabe o Bp.Macedo se anime e faca um filme fiel a palavra..vai ai uma ideia rsrsrs.

  • Marlete SP

    Decepcionada com esse filme,com tudo que já acabei de ler nem preciso perder meu tempo em ir ver
    Prefiro assistir Capitão América2 pelo menos esse eu sei que é ficção

  • Nayara

    Meu Deus!! realmente acreditava que seria o filme de 2014, tipo aquele que teria um monte de pessoas na fila pra comprar a entrada e estaria ali se encontrando todos os amigos, o filme mais esperado pelos cristão que nem sempre tem essas super produções master de Hollywood, estava até imaginando “Nossa, vai mostrar a grandeza do meu Deus muitas pessoas vão tomar consciência de que DEUS é o Todo Poderoso”- mais não, nem pensar em perder meu tempo com esse filme que só vai colocar na cabeças das pessoas que não conhece o Deus Grandioso que sirvo, que Ele é o ruim de toda a história da humanidade, o intolerante que quer seres humanos certinhos e perfeitos que não tem a mínima chance de entrarem no céus e muito menos alcançarem a Salvação, de que se Errou uma vez não pode mais buscar o perdão pois Deus não ira ouvi-lo nem tente pois após isso você já sabe onde sua alma vai passar a e eternidade. QUE HIPÓCRITAS! O pior que muita gente vai “regar” essa semente do próprio diabo e deixar dar frutos :/

    Agora temos uma missão de divulgar essa campanha #EuNãoVouAssistirNoé !! e assim mostra a verdade a todos !!

  • Gisele

    Também estava como você Vanessa, achando muito bacana o fato de terem feito uma super produção com uma história Bíblica, mas depois da campanha e deste texto super esclarecedor não assistirei de jeito nenhum!!! Que horror!!!
    Com certeza concordo com você sobre a “inspiração” do roteiro deste filme… pessoas usadas pelo diabo, para inventarem todo mal contra o nosso Deus que nos ama e nos guarda, apesar de todas nossas falhas!! Ah não isso é inaceitável!

  • Jéssica Konflanz/Sede Caçador-sc

    Obrigada por avisar, realmente o trailer engana, também queria muito assistir, mas com os relatos mencionados, “Eu não vou assistir Nãoé”.

  • Hildete Santana

    Obrigada,minha querida! Gosto muito de ler sobre sua opinião, ainda mais que você fundamenta com versículos bíblicos. Vou compartilhar para que seja poupado o tempo e dinheiro daqueles que não aceitam a palhaçada do diabo. Um abraço

  • Thaís-Manaus

    Eu ainda iria assistir mas, quando vi essa resenha percebi que o filme é totalmente contrário a Palavra de Deus, e, que deturpa todos os valores e santidade do Senhor.

    • Jaque

      Adorei o texto, ri muito aqui. Demais!
      Essa crítica inteligente me fez lembrar de O’Código da Vinci. Eu gosto de ficção, gosto muito, mas esse filme também INVENTA muito, como se fosse uma apelação para chamar a atenção. “Nãoé” é ainda pior, pois O’Código da Vinci é baseado numa ficção ruim e o filme visto por você é baseado em “nada”. Só acho! Ah, e parabéns pelo post.

  • Gabriela (Sorocaba)

    Afffff, que bagunça. Nossa, Vanessa muita informação… Que horror. Vish, o pior é que eu tinha marcado com meu marido de irmos ver o filme, espero que ele não lembre… Rsrs
    Bjo
    Gabi

  • Yolanda Campos

    Ótima resenha! Aqueles que não estão totalmente seguros de sua fé, que não conhecem a Deus e não possuem Seu Espírito estão vulneráveis a ser enfraquecidos ao assistirem essa imundície que profana a Palavra de Deus. Sei que não teria minha fé afetada ao assistir, pois conheço ao verdadeiro Deus, mas NÃO ASSISTIREI este filme porque não compactuo com esse espirito imundo. Além disso, o homem sensato vê o mal e se esconde (Pv 27:12), então mesmo aqueles que se dizem fortes em sua fé, devem deixar de assistir, pois temos de vigiar, afinal de contas, nossa fé é o nosso maior tesouro!
    Gostaria de aproveitar a oportunidade e pedir que a sra fizesse uma resenha sobre o filme “O peregrino” (é bem antigo), pois eu achei este filme muito forte! Achei excelente e que retrata bem a vida com Deus!! Assisti a pouco tempo e achei brilhante!
    Beijinhos e muito obrigada!!!

  • nelsina

    Confesso que já estamos nos programando para assistir a este horror,mas depois dessa ,estou fora e vou ajudar nesta campanha contra este engano.
    Ve que tem muitas pessoas com falta de conhecimento que vão ficar deslumbrados também com a chamada para esta aberração,por isso vou divulgar para todos os que estão á minha volta,na fé.

  • Carla Daniela Silva Brito

    Uau… Nossaaa… E eu que ainda queria assistir ao filme. Meu Deus, nem quero mais ouvir falar dele. Quanta sujeira. Eu continuo com a campanha “Eu não vou assistir a Noé”…

  • claudete

    legal entendi obrigada

  • Daniella Cardoso- Belém Pará

    Olá d. Vanessa, o texto é longo mais vale a pena ler, pois entendemos o que realmente está por trás deste filme. Eu como muitos, pensava em vê-lo, eu imaginava que seria algo como as maravilhosas mini-séries bíblicas que a record tem produzido, mas ao ler suas palavras sinto a mesma indignação e revolta com o diabo que tem cegado o entendimento de muitos e tenta nos contaminar com este lixo de hollywood! Deus lhe abençoe sempre! 🙂

    • roberto alves

      Vanessa, vc sabe que os livros apócrifos estão fora da Bíblia, certo? É claro que pelo contexto bíblico, entende-se que anjo caído é demônio e até confesso que tive má impressão ao ver esses tais guardiões de pedra quando assisti o filme. Não quero defender o filme, mas entendo que o diretor quis fazer uma fantasia em cima da história bíblica, imaginando que se anjos desobedecem a Deus (segundo o roteiro do filme por uma boa causa), existe a possibilidade de terem alguma redenção e serem perdoados, tal como ocorre com nós humanos, e para uma fantasia isso é um arco dramático interessante. Porém concordo que o filme realmente forçou a barra quanto à questão de Noé se recusar a salvar as demais pessoas e certamente Deus não ordenaria uma atitude tão egoísta como essa a nenhum de seus filhos e as coisas absurdas que Noé fala ou faz no contexto do filme são atitudes falhas apenas dele e não de Deus, e talvez, de certo modo o diretor/roteirista quis humanizar o personagem com essa fragilidade até para que ele também passasse por uma redenção. Claro que este filme está muitíssimo longe dos clássicos bíblicos que o cinema fez num passado distante, o que é uma pena, pois o máximo que Aronosfsky conseguiu aqui foi criar uma fantasia bíblica.

  • Suellen

    Dona Vanessa, muito obrigada!
    Eu não tinha entendido porque não valia a pena ver o filme, até agora. Vi nas redes sociais a campanha e fui procurar saber como realmente é o filme, antes de gastar meu dinheiro, tempo e misturar os vinhos. Agora sei, não assistirei e falarei sobre a verdade por trás do filme para quem não sabe. Eu só tinha o trailer para me basear, agora tenho seu texto.
    Isso mostra o quanto o diabo quer, a todo custo, enganar as pessoas. Quem tem mente fraca vai absorver a mensagem do filme. Já que o diabo não consegue calar a voz de quem fala sobre Deus, ele a distorce. Afinal o diabo não deixa de ser o enganador.

    • noemi

      É só um filme.

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