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Me lembro, como se fosse hoje, da primeira vez em que fui à Igreja Universal do Reino de Deus. Era um domingo pela manhã, e o principal culto acontecia às 8h. Como boa mineira, cheguei quase 1h antes. Os obreiros estavam terminando de ajeitar tudo para o início da reunião. Fiquei sentada observando o que se passava ao meu redor, e cada detalhe daquele salão simples me transmitia uma mensagem. Eu vi que a atmosfera do ambiente era diferente, pois fluía temor e reverência na forma como as pessoas se comportavam, além de uma gentileza e de um amor sem igual na maneira como todos se tratavam.

No entanto, o que mais chamou minha atenção foi o letreiro acima do Altar, que dizia: “JESUS CRISTO É O SENHOR”.   Aquela frase não era uma simples expressão, mas apontava para o caminho de fé que deve ser percorrido por aqueles que desejam a vida eterna. A Palavra ministrada chegou com sucesso ao meu coração e à minha mente, por isso eu cri e, com a minha boca, confessei também que Jesus Cristo era o Senhor da minha vida. Isso quer dizer que entreguei a Ele meus sonhos, minhas vontades e minhas preferências. O contrário da palavra “senhor’’ é “servo”, ou seja, quem se rende ao senhorio de Jesus se torna Seu escravo. Com clareza, percebi que já não possuía a mim mesma, mas fiz dEle o meu Amo! Desta confissão genuína de fé, emanou uma nova natureza em meu interior, que nada tem a ver com religiosidade e fanatismo.

Porém, escrevo minha experiência ao constatar que muitas pessoas vão todos os dias ao culto e leem essa frase extraída do Texto Sagrado (Rm 10.8-10) sem ao menos se darem conta de que dela depende a sua vida.

Podemos entender que o Caminho para a Salvação não é complicado, e muito menos inacessível, pois a Palavra revelada está bem diante de nós, como diz o apóstolo Paulo (v.8).

Sigo crendo no Senhor Jesus e confessando-O como meu Senhor ao longo desses quase trinta e dois anos, e farei isso até o meu último suspiro de vida.

Para finalizar, uso o exemplo de um fiel servo que fez de Jesus também o seu Senhor no passado. Policarpo, considerado um dos principais nomes da Igreja Primitiva (69-156 d.C.), discípulo do apóstolo João e bispo de Esmirna, ao ser preso e levado ao governador de Roma, à época, deu uma das mais belas declarações de um mártir cristão. Ofereceram-lhe a liberdade se tão somente ele amaldiçoasse a Cristo – ou seja, uma única frase seria capaz de livrá-lo das perseguições. Contudo, ele respondeu: “Oitenta e seis anos faz que sirvo a Cristo, e Ele só me tem feito bem; como poderia eu, agora, amaldiçoá-lO, sendo Ele meu Senhor e Salvador?”  Após dizer isso, foi queimado vivo.

Entender que “Jesus Cristo é o Senhor” e dobrar os joelhos espontaneamente diante dEle em vida fará toda a diferença na eternidade do ser humano. Afinal, haverá um Dia em que todos, indistintamente, terão que se curvar diante do Salvador. Porém, isso não será feito com voluntariedade, mas por decreto do Altíssimo, antes de serem condenados ao inferno.

Espero que você faça parte do primeiro time!

Colaborou: Núbia Siqueira

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