"Não escolhemos vir ao mundo, mas temos o direito de escolher onde viver a eternidade."
30
jul2015

Sentado ou de pé?

Quando uma pessoa está sentada e vê algo de grande importância acontecendo, imediatamente ela se levanta. E, se está em seu poder o direito de fazer algo, ela não só se levanta, mas toma uma atitude.
Desde agora, estará sentado o Filho do Homem à direita do Todo-Poderoso Deus. Lucas 22.69

Todos os que vivem a fé no Senhor Jesus sabem que Ele está assentado à direita de Deus, e há também muitos religiosos que têm conhecimento disso.
Contudo, em que situação o Senhor Jesus Se levanta do Seu trono?

A Bíblia nos mostra que, quando Estêvão estava para ser morto, ele olhou para o Céu e viu a Glória de Deus e Jesus, que estava à Sua direita, mas em pé.

Ouvindo eles isto, enfureciam-se no seu coração e rilhavam os dentes contra ele. Mas Estêvão, cheio do Espírito Santo, fitou os olhos no céu e viu a Glória de Deus e Jesus, que estava à Sua direita, e disse: Eis que vejo os céus abertos e o Filho do Homem, em pé à destra de Deus. Atos 7.54-56

Jesus sabia que Estêvão ia morrer e permitiu a sua morte, porém, levantou-Se para receber a alma de uma pessoa que pertencia a Ele.

Na morte de uma pessoa, o Senhor Jesus pode ficar sentado ou levantar-Se. No caso de uma pessoa que não pertence a Ele, para que levantar-Se? Mesmo não tendo prazer na morte de ninguém, Ele lamenta, porque deu Sua Própria Vida:
…para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3.16

Já no caso da pessoa que é de propriedade exclusiva de Deus, Jesus levanta-Se para dizer: “Essa ALMA É MINHA!”. E o diabo, mesmo estando ali, nada pode fazer. Ele já perdeu.
Nós trabalhamos para que, no dia da sua morte, o Senhor Jesus esteja em pé.

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29
jul2015

Porto seguro da mulher

Porto é um lugar de abrigo para navios. Ele é visto como um alívio, um refúgio para quem passou vários dias em alto mar. Sinônimo de segurança, o porto representa o fim da inconstância vivida sobre as ondas e dos riscos de se estar longe da terra firme.

Sabemos que a mulher vive constantemente em um mar de emoções. A instabilidade das ondas de seus sentimentos a faz almejar uma maneira de se manter firme. Por mais espiritual que uma mulher possa ser, ela ainda terá essa inclinação emotiva, contra a qual deverá lutar todos os dias da sua vida. Mas, além do Espírito Santo, existe alguém – de carne e osso – perfeito para ajudá-la nisso.

O marido deve ser a personificação desse porto na vida de sua esposa. Para isso, ele precisa passar segurança a ela. Ao lado de seu companheiro, a mulher deve perceber que está em terra firme, uma vez que ele tomará decisões racionais que irão beneficiá-la e deixá-la a salvo das más consequências de atitudes emotivas. Por isso, o marido também é considerado o guardião da mulher, uma vez que a protege para que ela não sofra com as várias preocupações que tentam assolar o seu coração.

Mas o homem só terá a capacidade de fazer isso se estiver bem definido no que quer. Como o porto seguro de sua esposa, ele deve ter objetivos e lutar por eles dia após dia, mostrando foco, desenvolvimento e resultados. Assim, sua esposa não se preocupará com o presente e com o futuro, pois ambos estarão seguros. A sua única preocupação, a partir de então, será cuidar do marido.

Esse é o plano de Deus para equilibrar a balança do casamento. Por isso, tantas decepções acontecem quando o homem não se atenta ao papel que deve exercer na vida da mulher. Maridos emotivos, indefinidos, passivos e inseguros têm se afundado no mar dos sentimentos e feito suas esposas se afogarem juntamente com eles. Alguns deles até tentam fazer de suas mulheres o seu porto seguro, mas apenas eles podem ter essa responsabilidade em relação às suas mulheres, pois para isso foram capacitados por Deus.

Logo, se você, homem, tem sofrido com as reclamações constantes de sua esposa, analise em qual aspecto você tem deixado de passar segurança para ela. O assunto sobre o qual ela reclama não é o que realmente a incomoda, mas a raiz do seu incômodo está no fato de você não transmitir segurança através daquela atitude.

Se você deseja ter uma auxiliadora, precisa ser uma pessoa que ela tenha o prazer de auxiliar, e não alguém cujo papel ela precisa fazer além do dela. Seja você o porto seguro no qual ela se refugiará diante dos monstros da sua insegurança.

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28
jul2015

Uma mulher qualquer…

E o nome da mulher de Anrão era Joquebede, filha de Levi, a qual nasceu a Levi no Egito; e de Anrão ela teve Arão, e Moisés, e Miriã, irmã deles. Números 26.59

Normalmente, quando se quer falar de alguma mulher da Bíblia, os nomes que aparecem são os de Sara, Rebeca, Raquel, Ester, Rute, Débora… Pouco se fala de Joquebede, aliás, quase nada. Isso porque sua história está inserida numa história maior, e as pessoas acabam se atentando muito mais ao protagonista Moisés do que às pessoas que fizeram parte da vida dele.

Assim como hoje, muitos só conseguem enxergar aqueles que aparecem, não conseguem ver que outras pessoas contribuíram na história daquele homem ou daquela mulher de Deus.

Eu me identifico muito mais com Joquebede do que com Moisés, pois ela foi mãe como eu, e só por isso passou por diversos desertos…

– Ela viveu durante a escravidão do Egito e teve que ver seus filhos Arão e Miriã passarem por toda a humilhação de viver uma vida que não lhes pertencia. Se nos angustiamos quando nossos filhos tomam as decisões erradas na vida, imagina o que ela passou ao ver seus filhos não poderem nem tomar decisões?

– Quando Moisés nasceu, ela viveu a angústia de saber que a qualquer momento poderiam matar o seu recém-nascido por ordem de faraó. Então, ela o escondeu até não dar mais. Em vez de poder aproveitar os momentos felizes com aquele novo bebê, Joquebede sofreu ao escondê-lo de tudo e de todos.

– Chegou o dia em que ela teve que escolher em ver o seu filho morrer ou jogá-lo nas Mãos de Deus – literalmente. Ela o colocou no rio Nilo e confiou. Eu já passei por algo semelhante e posso dizer que não há dor maior para uma mãe do que ter que ver o seu filho partir, sem saber para onde vai, como vai ficar, como vai sobreviver, sem garantia alguma… só o Espírito Santo para nos sustentar nessas horas.

– Ela teve um alívio momentâneo ao receber seu filho de volta para amamentá-lo, mas sabia que esse tempo seria curto, e que, em breve, teria que devolvê-lo à princesa do Egito. Eu posso imaginar Joquebede dizendo a si mesma: “Não se apegue a essa criança…”, com lágrimas nos olhos, abraçando, beijando e cheirando a criança o tempo todo para compensar o pouco tempo que o teria em seus braços.

– Joquebede viu seu filho ser criado de longe por outra mulher e no meio de pessoas que odiavam o seu povo. Ela teve que ver seu filho amado adorar deuses falsos e viver como se ela não existisse até a sua vida adulta. Pois é, amigos, Moisés só saiu do palácio por volta dos 40 anos. Imagina, uma eternidade para uma mãe!

– E como se isso não bastasse, Joquebede ficou sabendo que seu filho teve que fugir do Egito sem ter notícias dele nos próximos quarenta anos (e, mesmo assim, ela deve ter morrido antes de vê-lo voltar para o Egito, pois a Bíblia não a menciona mais). Toda manhã ela devia se lembrar do filho e se perguntar: “Será que ele ainda está vivo?”.

Amigas, quando lemos a história de Moisés, não imaginamos o quanto custou para sua mãe toda a sua trajetória de vida. Ela fez parte da história de um homem que Deus escolheu para salvar o seu povo. Não seria uma história qualquer, ele não seria mais um homem, por isso o tamanho do sacrifício.

Sim, sacrifícios têm tamanhos.

Quanto maior o plano de Deus para sua vida, maior o sacrifício que Ele requererá de você. Quanto maior a luta, maior será a conquista. E o maior de todos os sacrifícios é confiar que Deus está no controle, mesmo quando tudo parece estar fora de controle.

Joquebede não foi uma mulher qualquer, nem eu quero ser.

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27
jul2015

É mentira?

O Tratamento para Cura dos Vícios acontece todos os domingos, às 15h e 18h, na Avenida João Dias, 1800 – Santo Amaro – SP, e em todas as sedes da Universal. Para mais informações, acesse: www.viciotemcura.com

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24
jul2015

A luta pelo 1º lugar

Há várias coisas que o diabo odeia, mas existem três que ele absolutamente DETESTA!

Ele trabalha, sistematicamente, contra você, 24h por dia. Sem dó nem piedade, ele arquiteta planos absolutamente malévolos, para destruir você. E existem pontos estratégicos que ele ataca, tentando impedir você de cumprir a sua parte, de agradar Àquele a Quem você deve priorizar em todas as ocasiões!

SIM, É UM FATO: o diabo sempre se opôs, opõe e sempre se oporá ao sacrifício, à fidelidade e ao nosso amor para com Deus. E é por meio das nossas ofertas que demostramos o nosso amor, como o Senhor Jesus disse: onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração. Mateus 6.21

Então, em primeiro lugar, o diabo odeia que você materialize o seu amor e a sua gratidão, por meio das suas ofertas voluntárias. E oferta não é só a monetária, a econômica que fazemos num dado momento na reunião, oferta para Deus é tudo o que Lhe oferecemos, tudo o que fazemos para Ele.

Em segundo lugar, o diabo odeia a sua fidelidade para com Deus. Isso acontece quando materializamos, provando, assim, que Deus está em 1º lugar. E quando falo em fidelidade, não estou apenas me referindo aos dízimos, separando a décima parte de tudo o que chega às nossas mãos antes de pagar e de comprar, mas, fidelidade, tendo a Ele, sim, em 1º lugar, considerando-O como a Pessoa mais importante da nossa vida, e, por isso, submetemos as nossas decisões, a nossa vida e os nossos sonhos a Ele.

Por fim, o diabo odeia esta trindade, que é complementada e concluída com o sacrifício de renúncia, de obediência e de permanência na dependência de Deus, de materialização da Fé Viva nas Promessas de Deus.

Esta trindade de oferta, fidelidade e sacrifício é odiada pelo diabo, porque só assume esta Fé grata, fiel e sacrificial quem, realmente, se entregou em espírito, alma e corpo; quem ama a Deus de TODO o coração, com TODA a sua mente e com TODA a sua força. Ou seja: A nossa trindade COM A TRINDADE DO DEUS-VIVO!

Deus conta contigo, e eu também!

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23
jul2015

Alerta às mulheres

Meu nome é Rita, tenho 21 anos. Eu e minha família chegamos à Universal quando eu tinha seis anos, fomos libertos e entregamos nossas vidas a Deus. Minha mãe foi levantada a obreira e, aos 13 anos, eu também.

Aos 15, conheci um pastor que se interessou em “orar” comigo. Noivamos, após um ano e três meses. Eu o achava muito de Deus, não observava os detalhes e pensava que fazer “testes” era uma besteira. Ignorei o fato de ele ser nervoso, orgulhoso e discordar da direção da Igreja.

Um dia ele foi repreendido e disciplinado por causa de orgulho. Ele se sentiu “injustiçado”, se encheu de mágoa e abandonou a Obra. Tentaram me alertar. Um pastor conversou comigo e disse que a atitude dele não era a de um homem de Deus. Escutei tudo calada, mas dentro de mim crescia uma raiva. Eu disse que ficaria com ele, que não o abandonaria. Lembro-me de que a esposa do pastor me disse: “Rita, o diabo quer te pegar”. Não dei ouvidos a ela, pelo contrário, aquilo alimentou ainda mais a minha raiva.

Ele foi morar com os pais, pois não tínhamos dinheiro para casar. Esfriamo-nos na fé, deixei de ser obreira, raramente ia à igreja e começamos a nos abrasar. Minha família acabou saindo da igreja, estávamos todos perdidos. Ele me disse que tinha que casar o mais rápido possível, que era agora ou nunca. Contrariando a minha vontade e a da minha família, nos casamos. Era para ser o dia mais lindo da minha vida, mas foi horrível. Sem igreja, sem vestido de noiva e com tristeza, pois pouco tempo antes eu havia me deitado com ele.

Não houve lua de mel, fomos morar em uma casa alugada. Nos primeiros meses já vieram as dívidas, nome sujo e falta de dinheiro, pois ele não tinha controle das finanças. Brigávamos muito, eu vivia triste, desejei o divórcio. Em busca de alegria, fomos a boates e tenho consciência de que, se tivesse morrido naquela época, estaria no inferno. Como diz o bispo, aceitei o “Beijo de Judas” e, por conta de uma emoção, vivi o inferno. Então, me lembrei daquelas palavras: “Rita, o diabo quer te pegar”. Ele pegou a mim, minha família e minha Salvação.

Foi quando comecei a acompanhar o blog da Cristiane Cardoso novamente. Eu tinha raiva da igreja, mas sentia paz quando lia as mensagens do seu blog. Eu lia todos os dias, ouvia os podcasts e isso foi quebrando meu coração. Primeiro ia à igreja só para levar o dízimo. Eu me lembro de que o pastor dizia: “Filha, a fé vem pelo ouvir a Palavra”. Meu marido estava cada vez pior, minha vida sem razão, então tomei a decisão de voltar.

Uma noite, dobrei meus joelhos e clamei a Deus para que abençoasse a todos que eu tinha mágoa. Disse o nome de um por um, meu coração doía, parecia que ia sair pela boca, mas eu os perdoei. Então tive um reencontro com meu amado Espírito Santo e todo o peso foi tirado de mim. A partir daquele momento, Deus me deu paz e sabedoria para lidar com todos os problemas. Meu marido começou a me acompanhar à igreja. Passaram alguns meses e ele voltou a orar, deixou as más amizades e pegou firme.

Hoje sou obreira novamente. Minha família está indo à igreja e já vejo uma mudança muito grande em minha mãe. Trabalho em dois turnos para manter as despesas. Meu casamento é outro, mas não tem sido fácil minha luta para que meu marido mude, seja responsável, mais calmo e me dê segurança. É seu terceiro emprego em cinco meses e ainda não posso confiar nele em relação a dinheiro, mas creio que Deus irá transformá-lo.

A moral da minha história para todas as mulheres é: NÃO FAÇA O DESEJO DO SEU CORAÇÃO, por amor a sua Salvação. Só estou salva hoje pela misericórdia de Deus. Por favor, obreiras, não se iludam com um pastor educado, bonito e que conversa bem. E vocês que namoram ou são noivas, observem, atentamente, absolutamente tudo, testem e não se deixem enganar pela aparência de santidade.

Eu poderia ter evitado todo esse sofrimento se tivesse sido racional, escutado a Voz de Deus e ignorado meu coração. Coloquei em risco a minha Salvação e a de toda a minha família, que se magoou.

Peço a Deus que tenha misericórdia de mim, pois não quero que minhas mãos estejam sujas de sangue. Isso é muito sério, tudo que eu passei foi desnecessário. Por favor, não façam igual a mim, pois estou salva novamente, mas conheço muitas outras que não voltaram, que estão no mundo, e tantas outras que morreram.

Dona Cristiane, eu agradeço pelas mensagens no blog, se Deus não tivesse usado a senhora, provavelmente, eu não estaria aqui lhe escrevendo este e-mail.

Rita

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22
jul2015

Achei a felicidade!

Bispo, o senhor é como um pai mesmo.
Gostaria de um dia poder receber um abraço do senhor e da dona Ester, pois não tive o privilégio de ter pais como os senhores, mas Deus é Quem sabe de todas as coisas e, se isso não for possível, pelo menos já tive o privilégio de conhecê-los e cursar essa universidade Universal.

Louvo a Deus por sua vida e de dona Ester.
Obrigada por se deixar ser usado por Deus para que o Espírito Santo fale por meio de sua boca e assim vidas sejam transformadas.

Tudo o que o senhor falou nessa mensagem eu vivenciei. Graças a Deus ouvi a Voz de Deus e já faz 2 anos que decidi parar de trabalhar para me dedicar ao meu esposo e ao nosso lar. Que experiência gloriosa estamos vivendo!

Enfrentei muito preconceito, até dentro da igreja. Me surpreendi também com um pastor que há pouco tempo pregou que mulher não pode depender do marido e tem que trabalhar fora. Bom, eu sigo a Palavra de Deus e creio, como o senhor, que não podemos jamais trocar os valores de Deus, nosso Pai, pelos valores podres do mundo.

Infelizmente, o diabo tem enganado a muitos de forma sorrateira. Creio que quando atamos no nosso coração a Palavra de Deus e raciocinamos nela, como o senhor nos ensina, então Deus nos honra de forma esplêndida.

Amo o senhor e dona Ester.

Deus os abençoe ainda mais!

Priscila

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21
jul2015

Considerai o vosso passado

Quando Deus ordenou a Moisés construir o Tabernáculo no deserto, Ele foi específico quanto aos detalhes de cada utensílio para que tudo ficasse de acordo com a Vontade Divina. Entre as muitas peças importantes do Tabernáculo, Deus mandou construir uma Pia de Bronze cujas dimensões não foram mencionadas nas Sagradas Escrituras. Ela estava situada entre o Altar de Bronze e o Tabernáculo. Não servia para oferecer sacrifícios, senão para o sacerdote lavar as mãos e os pés.

Fez também a bacia de bronze, com o seu suporte de bronze, dos espelhos das mulheres que se reuniam para ministrar à porta da tenda da congregação. Êxodo 38.8

Podemos notar que essa Pia de Bronze foi feita dos espelhos das mulheres que serviam à porta da tenda da congregação. Eram mulheres que haviam se despojado daquilo que antes era um objeto de sua vaidade, revelando assim a importância de estar desprendido de tudo no momento de aproximar-se de Deus.

No momento em que o sacerdote se aproximava para lavar-se na Pia de Bronze, ele contemplava a sua imagem refletida no bronze e na água. Ali, ele meditava em tudo aquilo que havia feito com as suas mãos e os caminhos onde os seus pés haviam percorrido até então. Porque se tal sacerdote entrasse no Santo dos Santos com sua consciência maculada por algum pecado, sem a remissão deles, cairia morto imediatamente diante da Glória de Deus.

O Bronze na Bíblia simboliza a Justiça de Deus, ou seja, Deus é Bom, Misericordioso e Bondoso, mas Ele também é Justiça e não aceita que aqueles que estão com as suas vidas no Altar estejam andando na corrupção. Por isso, o Senhor adverte na Sua Palavra:

Ora, pois, assim diz o SENHOR dos Exércitos: Considerai o vosso passado. Ageu 1.5

Hoje, a Pia de Bronze é a nossa consciência e também o nosso coração, pois revelam a nossa situação diante do Senhor e o brilho da Justiça de Deus em nossas vidas, assim como o bronze polido reluzia a imagem do sacerdote.

Afinal, um dia, todos nós estaremos diante dEle e teremos a imagem da nossa consciência refletida diante da Justiça da Sua Glória.

Sempre no Altar.

Oliveira

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20
jul2015

A auxiliar que todo homem quer

…far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea. Gênesis 2.18

Deus não fez simplesmente uma mulher para o homem. Ele fez uma auxiliadora idônea. Se buscarmos a fundo o significado dessas duas palavras, iremos encontrar como sinônimos delas, respectivamente, “quem providencia o que falta” e “capaz”.

Logo, podemos afirmar que Deus criou para o homem alguém capaz de providenciar o que lhe falta. Percebemos que a mulher exerce um papel essencial e indispensável ao homem, de tal maneira que, sem ela, falta-lhe algo, sem o qual ele não pode viver.

Uma auxiliar providencia aquilo que é básico, vital, e que não pode faltar de modo algum. Se ela fosse responsável por providenciar o supérfluo, seria dispensável, e Deus não precisaria criar uma para o homem. Então, qual seria a necessidade mais básica, vital e indispensável do homem, a não ser o seu pão de cada dia?

A mulher auxilia o homem no seu pão de cada dia desde o seu nascimento. Ao nascer, ele já se apega ao seio da mãe, sedento pelo alimento que lhe dará a energia necessária para viver e se desenvolver.

Quando ele cresce, continua tendo essa necessidade suprida pela sua mãe, que diariamente prepara suas refeições. Mas devido à ação do tempo, a mãe não poderá suprir essa necessidade do seu filho para sempre. É aí que entra o papel da esposa: ela substitui sua sogra no que diz respeito ao suprimento da necessidade do homem. Por isso, também está escrito:

Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne. Gênesis 2.24

O que todo homem quer de sua mulher é que ela exerça esse papel instituído pelo próprio Deus, de forma simples e corriqueira, mas de extrema importância para sua vida. Esse é um jeito eficaz de estreitar o relacionamento entre o casal, por ser algo constante, e, embora rotineiro, muito significativo. Tais momentos, cuidados e atenção suprem muito mais do que a necessidade física do homem, mas também a afetiva, psicológica e espiritual.

A assistência que a esposa dá ao seu marido dentro de casa faz com que ele recarregue suas energias para poder vencer e dominar o mundo lá fora.

Uma verdadeira auxiliadora providencia o que falta, e não foca em buscar aquilo que já se tem. Sua preocupação está em preencher as lacunas vazias, e não em querer fazer o mesmo que o marido.

Além disso, ela está sempre atenta à necessidade do seu companheiro, porque nisso se resume o verdadeiro amor. E, acima de tudo, ela se dispõe a cumprir o papel designado por Deus, não se deixando levar pelo papel que a sociedade impõe a ela. Essa sim, é a auxiliar que todo homem quer – e precisa.

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18
jul2015

Amor de verdade

A maioria das pessoas tem uma visão turva sobre o que é o amor. Ele normalmente é confundido com paixão, sentimentos e sensações que não passam de algo físico. Por isso, ouvimos expressões como “o amor acabou” e vemos pessoas agirem de forma absurda em nome de um “amor” idealizado por elas. Os casamentos se tornaram efêmeros e passageiros, muitos têm sofrido amargamente. O amor desse mundo tem data de validade, mas não é esse o amor original criado por Deus.

O verdadeiro amor começa quando você se atenta ao que o outro precisa, e não ao que você precisa, ou seja, quando você foca no que tem que fazer por ele, e não no que o outro deve fazer por você. O amor que Deus criou é aquele que visa dar, sem estar preocupado em receber. Porque, conforme está escrito, o amor não busca os próprios interesses (1 Coríntios 13.5), mas os do outro. Ele não é um sentimento, como a maioria acredita cegamente, mas é uma ação. Uma ação nobre e totalmente desprovida de egoísmo. E é através da prática dessa ação que surge um sentimento puro e inteligente por alguém.

A mulher que ama o seu marido dá a ele o que ele precisa, não o que ela quer dar. E o homem que ama sua esposa também atende à sua necessidade, mesmo sem sentir vontade de fazê-lo. Nisso é conhecido o amor entre um casal: quando um se preocupa em exercer o papel que lhe foi designado por Deus na vida do outro. Tal atitude exige sacrifício, e é justamente essa a principal característica do amor verdadeiro.

Os que sabem amar são aqueles que andam na contramão dos pensamentos contemporâneos e se submetem ao Plano de Deus. Esses sim são felizes e conseguem transmitir felicidade, vivendo os princípios estabelecidos na Palavra do Altíssimo para a construção e manutenção de um lar. Homens e mulheres sábios exercem seus devidos papéis dentro de sua casa, sem querer se igualar ao outro, pois têm a consciência de são diferentes e estão ali para acrescentar, não para competir ou tomar o lugar do parceiro.

O mundo não conhece o verdadeiro amor porque tem desprezado a disciplina do Reino de Deus. Em um cenário no qual mulheres lutam para serem superiores aos seus maridos, e homens se retraem por se sentirem descartados, não é de se assustar que ambos têm sido tão infelizes. Se simplesmente correspondessem às necessidades do outro, seriam valorizados e teriam suas próprias necessidades supridas também. Mas, por priorizarem seus desejos individuais, trilham o caminho da dor e da solidão. Desejam ir além, mas desprezam o básico, o essencial.

Por isso, se você deseja ter um lar onde impera o amor Divino, é preciso primeiro conhecer O seu Autor, e os Preceitos que Ele estabelece para a constituição desse lar. Apenas sabe o que é o verdadeiro amor e o vive quem sabe quem é O Verdadeiro Deus e vive sob Seus Planos.

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