Não escolhemos vir ao mundo, mas temos o direito de escolher onde viver a eternidade.

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O povo, que estava assentado em trevas, viu uma grande luz; e, aos que estavam assentados na região e sombra da morte, a luz raiou. Mateus 4.16

Quando se fala de trevas está se falando de injustiças. As pessoas viviam nas trevas e esquecidas na escuridão, tendo a presença da morte de uma forma constante em suas vidas. Aqueles que estavam com problemas familiares, econômicos, que tinham problemas de saúde ou espirituais não tinham como resolvê-los; os demônios se manifestavam no corpo das pessoas e ninguém sabia o que fazer; elas tinham uma consciência de que o mal estava agindo, mas não sabiam o que fazer. Quem estava sendo vítima de uma injustiça tinha que fazer uma escolha: ou sofria com ela ou fazia justiça com as próprias mãos. O espírito da injustiça prevalecia.

Até que este povo viu uma grande luz, que é o Senhor Jesus, trazendo a justiça. E quem creu nessa luz, pela primeira vez, pôde ver a injustiça finalmente tendo um fim nas suas vidas. Graças a Deus essa luz está aí, esse poder que não se vê, não se toca e não se sente está à disposição de todos. Quando se olha para o Altar você não vê, mas o Juiz está ali. Você pode estar certo de que a justiça está ali porque Ele é espírito, como a fé é um espírito.

Quando a pessoa vai a um tribunal e tem uma corte, embora esteja coberta de razão, ainda assim há um pavor porque tudo pode acontecer. Infelizmente, a justiça mundana falha, ao contrário da Justiça Divina, em que o Juiz é infalível e poderoso, o Advogado nunca perdeu uma causa e é tão justo quanto o Juiz. Por isso, quem anda no caminho da justiça e dessa luz, quando é vítima de injustiça, se revolta e parte para o tudo ou nada; não aceita, em hipótese alguma, que a injustiça prevaleça, e o sinal dessa revolta é o sacrifício, porque ninguém sacrificaria se não cresse no poder da Justiça que sai do Altar.

Bispo Romualdo Panceiro
Colaborou: Bispo Romualdo Panceiro

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